novembro 10, 2009

Johan August Strindberg

Tela de August Stindberg pintada por Munch
Pintor, escritor e o maior dramaturgo sueco.
É difícil encontrar um campo pelo qual August Strindberg não tenha se interessado. Ao lado de Henrik Ibsen, é o maior escritor escandinavo. Seus trabalhos são classificados como pertencentes os movimentos literários Naturalismo e Expressionismo. Considerado um antiIbsen por ser uma voz contrária a de IBSEN. Depois de tentar enveredar pela poesia, passou a escrever peças curtas, estudou medicina, jornalismo e tornou-se ator. Ingressou na Biblioteca Real (1874) o que lhe permitiu assegurar o seu futuro econômico. Sob a influência da baronesa Wrangel, Strindberg escreveu seu primeiro sucesso em forma de romance. Em seguida "O povo sueco", um outro sucesso. O mais popular do país. As suas primeiras peças teatrais denotam influências de Ibsen e Kierkegaard e transparece uma personalidade amarga e torturada: O Livre Pensador (1869), Hermion (1869), O Professor Olof (1872), A Viagem de Pedro Afortunado (1882) e A Mulher do Cavaleiro Bent (1882). Seus outros sucessos foram "Casados" (traduzido por alguns como "contos de Esposos"- 1884), uma série de contos sobre o matrimônio e nos dramas de carácter naturalista "Camaradas" (1897), "O Pai" (1887) e "Senhorita Júlia" (1888), a sua obra mais importante. "O sonho" é a peça mais conhecida, do autor no Brasil. Conhecida como "Epifania" foi dirigida por Moacir Góes nos anos 90, traduzida por Clara Góes. Obras
  • Dramas: Senhorita Júlia (1888) Gustavo-Adolfo (1899) A dança da morte (1900) Carlos XII (1901) Cristina (1903) Gustavo III (1903)
  • Novelas:
Os habitantes de de Hemsö (1887)
Os habitantes do arquipélago (1888)
(22 de janeiro de 1849 - 14 de maio de 1912)
sussurosdaporta24 9 out. 2009 August Strindberg – Versos na tarde (INDRA) Descemos à terra arenosa. A palha dos campos ceifados cobriu nossos pés; O pó das auto-estradas, Fumaça das cidades, Bafos de onça, Fumos dos celeiros e das cozinhas, Tudo suportamos. Então, fugimos ao mar aberto, Enchendo de ar nossos pulmões, Batendo nossas asas, Banhando nossos pés. Indra, Senhor dos Céus, Escutai-nos! Ouvi nossos lamentos! A terra está suja; O mal é nossa vida; O homem não pode ser salvo Nem do bem nem do mal. Vivem como podem, Um dia de cada vez. Filhos do pó, viajam por ele; Nascidos do pó, ao pó retornam. Receberam pés para se arrastarem, Não asas para voar. Cobrem-se ainda mais de pó – Abraçando sua culpa Ou a Tua? Tradução: Thereza Christina Rocque da Motta
"Os filhos são educados como se fossem ficar toda a vida filhos, sem nunca se pensar que eles se tornarão em pais." (August Strindberg) "Sim, eu sou um homem e choro. Um homem não tem olhos ? Não tem também mãos, sentidos, inclinações, paixões ? Porque é que um homem não devia chorar? " (August Strindberg) "É indispensável estudar a natureza dos outros antes de darmos livre curso à nossa." (August Strindberg) "Somos inocentes, mas responsáveis. Inocentes perante aquele que já não existe, responsáveis perante nós próprios e os nossos semelhantes." (August Strindberg) "Eu não desejava a vitória, mas a luta." (August Strindberg) "No fundo, é isso, a solidão: envolvermo-nos no casulo da nossa alma, fazermo-nos crisálida e aguardarmos a metamorfose, porque ela acaba sempre por chegar." (August Strindberg) A verdade é sempre desaforada." (August Strindberg) "Família, tu és a morada de todos os vícios da sociedade; tu és a casa de repouso das mulheres que amam as suas asas, a prisão do pai de família e o inferno das crianças." (August Strindberg) "Com o amor não se brinca sem castigo." (August Strindberg) "Nunca devemos regozijar-nos com o nosso dia antes de havermos posto a touca de dormir." (August Strindberg)

http://www.pensador.info/autor/August_Strindberg/

mambaproducoes 12 set. 2009 O Pelicano é uma peça de câmara de August Strindberg, datada de 1907, que mostra uma família cujo pai morreu no momento em que o filho descobre uma carta onde ele conta toda a verdade sobre a natureza de sua esposa. Os filhos, revoltados, infelizes, com a vida destruída pela avareza e o egoísmo dessa mãe, fazem uma aliança para se vingarem dessa profunda falta de amor. thiagopach 27 out. 2009 "Duas X Strindberg" Adaptação dos textos "O Pária" e "A Mais Forte" de August Strindberg. Com Thiago Pach e Rogério Andreolli Direção: Cico Caseira Preparação corporal: Angel Vianna Ambientação cênica e figurinos: Thiago Pach Iluminação: Alexander Pereira Assist. Direção: Raquel Botafogo Produção: Beto Mello, Bluma Gamerman e Thiago Pach Apresentado em 2006 na Caixa Cultural de Brasília e em 2007 no Sesc Copacabana RJ. Contemplado pelo prêmio "Além dos Limites" cedido pela FUNARTE. efeitophi 12 agos. 2007 Cenas do espetáculo um Sonho, de August Strindberg, apresentado no Sesc Av. Paulista, maio/junho de 2007. Direção de André Guerreiro Lopes. Com: Helena Ignez, Djin Sganzerla, Fábio Herford, Flávia Pucci, Renato Dobal, Victor de Seixas, Ilana Gorban e André Guerreiro Lopes. Cenário de Beto Mainieri. Iluminação de Carlos Ebert. Criação Musical e audiocenografia de Lívio Tragtenberg e Felipe Julián. Figurinos: Sonia Ushiyama. Imagens captadas por Felipe Krannenberg e Charly Brown. Edição de André Guerreiro Lopes. marcelogadelha 21 mai. 2007 Uma tragédia naturalista de August Strindberg. Leitura Dramática realizada em 10 de maio de 2007 na Caixa Cultural Salvador (Bahia-Brazil). Direção: Ewald Hackler. Com Jussilene Santana, Agnaldo Lopes, Viviane Laerte e Osvaldo Baraúna. Coordenação das Leituras: Gideon Rosa. Video amador: Marcelo Gadelha Projeto Na Caixa - Grande Teatro Tupi. No Grande Teatro Tupi, Senhorita Julia foi exibida em 1959, na TV TUPI/RJ, com Nathalia Timberg e Leonardo Villar. Na direção, Sérgio Britto. GENTE DE HEMSÖ Autor: August Strindberg Editora: Publicações Europa-América Ano edição: 1972 Coleção: Livros de Bolso Europa América "Um clássico da dramaturgia mundial, esta obra retrata a explosão dos desejos no cotidiano, os impulsos femininos, a tirania das relações burguesas e as brechas entre o real e o imaginário." Editora: Global Autor: AUGUST STRINDBERG Ano: 2008 Considerado por muitos o maior escritor sueco e responsável por dotar a literatura de seu tempo de um estilo coloquial, direto e realista, August Strindberg escreveu SAGAS para sua filha Anne-Marie, então com um ano de idade, mas sem abandonar as preocupações literárias do texto. O que torna a obra, traduzida por Carlos Rabelo direta do idioma original, leitura fascinante para todas as idades. Como explica Ivo Barroso na introdução, o livro representa a "oportunidade de captar uma das facetas do grande criador de obras-primas: a de contador de histórias infantis. SAGAS não contém apenas os feitos épicos dos grandes heróis, nem as longas narrativas do folclore escandinavo. Há na obra lugar para o herói mínimo, o herói obscuro, o herói negativo e até para o anti-herói". E acrescenta: "São deliciosas histórias da carochinha, contos infantis, relatos para crianças, escritos quase na linguagem delas". Editora: Hedra Autor: AUGUST STRINDBERG Ano: 2008 ARTIGOS: Sonhos em imagens de August Strindberg http://www.artepluralweb.com.br/atualizacao/releases/09/08/espetaculo_pelicano.html?YSpeed=5&Ysquare=0.85&Ydiff=-0.85&Ymove=-0.17 http://pt.shvoong.com/social-sciences/1770513-biografia-johan-august-strindberg/ http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20090812/not_imp417423,0.php http://www.mundofree.com/aurora_boreal/Strindberg_pintura.html

Um comentário:

  1. Um grande artista,uma nobre alma e um eterno Mestre!Quadros que mostram ao espírito muito mais do que nossos olhos alcançam,palavras que tocam os sentimentos e trazem grandeza ao Mundo!
    Amiga obrigada por presentear e ampliar mais o nosso conhecimento com essa postagem,fiquei maravilhada com a história deste grande artista!
    Beijos!!!

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