novembro 15, 2009

  Litografia rara de Edward Munch é roubada na Noruega

 

Copenhague, 13 nov (EFE).- A litografia "História", do pintor norueguês Edvard Munch, foi roubada de uma galeria do centro de Oslo, informou hoje a Polícia.

Na noite de ontem, ladrões quebraram a janela da galeria Nyborg Kunst, entraram no estabelecimento e roubaram a figura do autor de "O Grito".

Minutos após a invasão, os bandidos fugiram em um veículo roubado de cor branca, achado horas mais tarde e que agora está sendo examinado por investigadores.

O roubo da obra de arte foi testemunhado por várias pessoas, que ainda estão sendo interrogados pela Polícia.

"É uma obra valiosa, uma impressão única colorida à mão. Parece que não levaram outra coisa. É como se soubessem para o que vinham", declarou hoje à rádio pública "NRK" o marchand Pascal Nyborg, cuja família era dona da litografia há décadas.

Nyborg calcula que a figura, para a qual o galerista já tinha arrumado um comprador, valha aproximadamente 2 milhões de coroas norueguesas (240.000 euros).

Feita entre 1914 e 1916, "História" é uma litografia com o mesmo motivo que outra obra pendurada nas paredes da Universidade de Oslo.

A figura não foi a única obra do pintor expressionista roubada nos últimos anos na Noruega. Em 22 de agosto de 2004, dois homens mascarados entraram no Museu Munch, no centro de Oslo. Em pleno dia, eles ameaçaram os guardas e visitantes do estabelecimento e levaram os quadros "O Grito" e "Madonna".

A Polícia norueguesa recuperou as obras dois anos depois, embora com danos irreparáveis. EFE

Fonte: http://g1.globo.com/Noticias/PopArte/0,,MUL1377582-7084,00-LITOGRAFIA+RARA+DE+EDWARD+MUNCH+E+ROUBADA+NA+NORUEGA.html

novembro 10, 2009

Johan August Strindberg

Tela de August Stindberg pintada por Munch
Pintor, escritor e o maior dramaturgo sueco.
É difícil encontrar um campo pelo qual August Strindberg não tenha se interessado. Ao lado de Henrik Ibsen, é o maior escritor escandinavo. Seus trabalhos são classificados como pertencentes os movimentos literários Naturalismo e Expressionismo. Considerado um antiIbsen por ser uma voz contrária a de IBSEN. Depois de tentar enveredar pela poesia, passou a escrever peças curtas, estudou medicina, jornalismo e tornou-se ator. Ingressou na Biblioteca Real (1874) o que lhe permitiu assegurar o seu futuro econômico. Sob a influência da baronesa Wrangel, Strindberg escreveu seu primeiro sucesso em forma de romance. Em seguida "O povo sueco", um outro sucesso. O mais popular do país. As suas primeiras peças teatrais denotam influências de Ibsen e Kierkegaard e transparece uma personalidade amarga e torturada: O Livre Pensador (1869), Hermion (1869), O Professor Olof (1872), A Viagem de Pedro Afortunado (1882) e A Mulher do Cavaleiro Bent (1882). Seus outros sucessos foram "Casados" (traduzido por alguns como "contos de Esposos"- 1884), uma série de contos sobre o matrimônio e nos dramas de carácter naturalista "Camaradas" (1897), "O Pai" (1887) e "Senhorita Júlia" (1888), a sua obra mais importante. "O sonho" é a peça mais conhecida, do autor no Brasil. Conhecida como "Epifania" foi dirigida por Moacir Góes nos anos 90, traduzida por Clara Góes. Obras
  • Dramas: Senhorita Júlia (1888) Gustavo-Adolfo (1899) A dança da morte (1900) Carlos XII (1901) Cristina (1903) Gustavo III (1903)
  • Novelas:
Os habitantes de de Hemsö (1887)
Os habitantes do arquipélago (1888)
(22 de janeiro de 1849 - 14 de maio de 1912)
sussurosdaporta24 9 out. 2009 August Strindberg – Versos na tarde (INDRA) Descemos à terra arenosa. A palha dos campos ceifados cobriu nossos pés; O pó das auto-estradas, Fumaça das cidades, Bafos de onça, Fumos dos celeiros e das cozinhas, Tudo suportamos. Então, fugimos ao mar aberto, Enchendo de ar nossos pulmões, Batendo nossas asas, Banhando nossos pés. Indra, Senhor dos Céus, Escutai-nos! Ouvi nossos lamentos! A terra está suja; O mal é nossa vida; O homem não pode ser salvo Nem do bem nem do mal. Vivem como podem, Um dia de cada vez. Filhos do pó, viajam por ele; Nascidos do pó, ao pó retornam. Receberam pés para se arrastarem, Não asas para voar. Cobrem-se ainda mais de pó – Abraçando sua culpa Ou a Tua? Tradução: Thereza Christina Rocque da Motta
"Os filhos são educados como se fossem ficar toda a vida filhos, sem nunca se pensar que eles se tornarão em pais." (August Strindberg) "Sim, eu sou um homem e choro. Um homem não tem olhos ? Não tem também mãos, sentidos, inclinações, paixões ? Porque é que um homem não devia chorar? " (August Strindberg) "É indispensável estudar a natureza dos outros antes de darmos livre curso à nossa." (August Strindberg) "Somos inocentes, mas responsáveis. Inocentes perante aquele que já não existe, responsáveis perante nós próprios e os nossos semelhantes." (August Strindberg) "Eu não desejava a vitória, mas a luta." (August Strindberg) "No fundo, é isso, a solidão: envolvermo-nos no casulo da nossa alma, fazermo-nos crisálida e aguardarmos a metamorfose, porque ela acaba sempre por chegar." (August Strindberg) A verdade é sempre desaforada." (August Strindberg) "Família, tu és a morada de todos os vícios da sociedade; tu és a casa de repouso das mulheres que amam as suas asas, a prisão do pai de família e o inferno das crianças." (August Strindberg) "Com o amor não se brinca sem castigo." (August Strindberg) "Nunca devemos regozijar-nos com o nosso dia antes de havermos posto a touca de dormir." (August Strindberg)

http://www.pensador.info/autor/August_Strindberg/

mambaproducoes 12 set. 2009 O Pelicano é uma peça de câmara de August Strindberg, datada de 1907, que mostra uma família cujo pai morreu no momento em que o filho descobre uma carta onde ele conta toda a verdade sobre a natureza de sua esposa. Os filhos, revoltados, infelizes, com a vida destruída pela avareza e o egoísmo dessa mãe, fazem uma aliança para se vingarem dessa profunda falta de amor. thiagopach 27 out. 2009 "Duas X Strindberg" Adaptação dos textos "O Pária" e "A Mais Forte" de August Strindberg. Com Thiago Pach e Rogério Andreolli Direção: Cico Caseira Preparação corporal: Angel Vianna Ambientação cênica e figurinos: Thiago Pach Iluminação: Alexander Pereira Assist. Direção: Raquel Botafogo Produção: Beto Mello, Bluma Gamerman e Thiago Pach Apresentado em 2006 na Caixa Cultural de Brasília e em 2007 no Sesc Copacabana RJ. Contemplado pelo prêmio "Além dos Limites" cedido pela FUNARTE. efeitophi 12 agos. 2007 Cenas do espetáculo um Sonho, de August Strindberg, apresentado no Sesc Av. Paulista, maio/junho de 2007. Direção de André Guerreiro Lopes. Com: Helena Ignez, Djin Sganzerla, Fábio Herford, Flávia Pucci, Renato Dobal, Victor de Seixas, Ilana Gorban e André Guerreiro Lopes. Cenário de Beto Mainieri. Iluminação de Carlos Ebert. Criação Musical e audiocenografia de Lívio Tragtenberg e Felipe Julián. Figurinos: Sonia Ushiyama. Imagens captadas por Felipe Krannenberg e Charly Brown. Edição de André Guerreiro Lopes. marcelogadelha 21 mai. 2007 Uma tragédia naturalista de August Strindberg. Leitura Dramática realizada em 10 de maio de 2007 na Caixa Cultural Salvador (Bahia-Brazil). Direção: Ewald Hackler. Com Jussilene Santana, Agnaldo Lopes, Viviane Laerte e Osvaldo Baraúna. Coordenação das Leituras: Gideon Rosa. Video amador: Marcelo Gadelha Projeto Na Caixa - Grande Teatro Tupi. No Grande Teatro Tupi, Senhorita Julia foi exibida em 1959, na TV TUPI/RJ, com Nathalia Timberg e Leonardo Villar. Na direção, Sérgio Britto. GENTE DE HEMSÖ Autor: August Strindberg Editora: Publicações Europa-América Ano edição: 1972 Coleção: Livros de Bolso Europa América "Um clássico da dramaturgia mundial, esta obra retrata a explosão dos desejos no cotidiano, os impulsos femininos, a tirania das relações burguesas e as brechas entre o real e o imaginário." Editora: Global Autor: AUGUST STRINDBERG Ano: 2008 Considerado por muitos o maior escritor sueco e responsável por dotar a literatura de seu tempo de um estilo coloquial, direto e realista, August Strindberg escreveu SAGAS para sua filha Anne-Marie, então com um ano de idade, mas sem abandonar as preocupações literárias do texto. O que torna a obra, traduzida por Carlos Rabelo direta do idioma original, leitura fascinante para todas as idades. Como explica Ivo Barroso na introdução, o livro representa a "oportunidade de captar uma das facetas do grande criador de obras-primas: a de contador de histórias infantis. SAGAS não contém apenas os feitos épicos dos grandes heróis, nem as longas narrativas do folclore escandinavo. Há na obra lugar para o herói mínimo, o herói obscuro, o herói negativo e até para o anti-herói". E acrescenta: "São deliciosas histórias da carochinha, contos infantis, relatos para crianças, escritos quase na linguagem delas". Editora: Hedra Autor: AUGUST STRINDBERG Ano: 2008 ARTIGOS: Sonhos em imagens de August Strindberg http://www.artepluralweb.com.br/atualizacao/releases/09/08/espetaculo_pelicano.html?YSpeed=5&Ysquare=0.85&Ydiff=-0.85&Ymove=-0.17 http://pt.shvoong.com/social-sciences/1770513-biografia-johan-august-strindberg/ http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20090812/not_imp417423,0.php http://www.mundofree.com/aurora_boreal/Strindberg_pintura.html

novembro 02, 2009

Sou o que sou

 
Sou bicho esquisito 
 Venho do Norte 
de uma terra gélida e bela  
de heróis e desbravadores 
de homens e mulheres fortes 
 
Tenho orgulho de quem sou 
da minha história
  da minha origem  
 
Sou o que sou  
Sou independente 
Sou dona de mim  
Senhora e soberana  
 
A caçadora 
 Anjo e fera  
Deusa e mulher  
 
Outono e primavera  
Morte e transformação  
O silêncio, a reflexão  
Sou inexplicável 
Sou uma Valquíria.

(Kris Rikardsen.)

 

outubro 22, 2009

A Conquista do Sampo (Finlândia)


 Gilles Ragache - Christian Heinrich 

Tradução de Ana Maria Machado  

 

No Kalevala, o velho bardo Vaína vivia feliz havia muito tempo. Ou quase feliz, pois, apesar de seus múltiplos talentos, jamais conseguira se casar. Mas ele saiba que no Pohjola, o misterioso reino das sombras situado nos confins da terra, viviam muitas mulheres belas. Só que a maga Louhi reinava absoluta sobre o sombrio Pohjola e velava zelosamente por suas filhas. No entanto, a curiosidade falou mais alto e, apesar da idade, Vaína se aventurou no reino das florestas de Pohjola. Vítima de numerosos sortilégios, ele acabou se perdendo nas profundezas daquele domínio perigoso e, afinal, exausto, acabou caindo nas mãos da feiticeira. Louhi o esperava, com um sorriso inquietante nos lábios, mas limitou-se chamar as filhas e, sem nem dar tempo para que o bardo se explicasse, lhe propôs uma troca surpreente: - Eu sei por que você veio ao meu reino... Se você conseguir o Sampo, lhe darei em casamento a mais bela de minhas filhas. Surpreso, mas feliz com a promessa, Vaína imediatamente aceitou a proposta, embora não fizesse a menor ideia do que podia ser o Sampo. Pediu para voltar para casa, no Kalevala, para recorrer à ajuda de seu irmão, Ilmarinen, o ferreiro celeste. Só ele conseguiria fabricar um Sampo. Sem hesitar, Louhi concordou. Ilmarinen ouviu com atenção o relato do velho bardo, mas, desconfiado, recusou-se a se aventurar também pelo Pohjola. Vaína não insistiu. Disfarçou e mudou de assunto. Pediu então ao ferreiro que subisse no alto de um pinheiro gigantesco para apanhar umas estrelas que vinha desejando havia muito tempo. Ilmarinen Concordou mas, assim que chegou ao topo da árvore, Vaína desencadeou uma tempestade violenta. Transportado como uma folha pelo vento de outono, Ilmarinen voou, até pousar suavemente... bem diante do palácio de Louhi. Começaram logo a discutir. A maga prometeu a Ilmarinen a mesma recompensa: a mais bonita de suas filhas em casamento se ele forjasse o Sampo. Enfeitada com seus mais belos ornamentos, a jovem era mesmo de uma beleza deslumbrante! Imediatamente seduzido, Ilmarinen improvisou uma forja, na qual queimou uma mistura de pedras raras que só ele conhecia. Trabalhou três dias e três noites sem parar, ajudado por cem escravos que manobravam os foles o tempo todo. Desses esforços resultou, em primeiro lugar, um arco de ouro com flechas de prata. Mas a arma era perigosa, porque ela mesma dirigia suas flechas para os homens. Ilmarinen achou melhor destruir esse arco malfeitor. Em mais três dias, forjou um barco, igualmente maléfico. Em logo o destruiu, mas com isso ia perdendo tempo e não conseguia forjar o Sampo. Louhi foi ficando impaciente, ralhando, ameaçando... Então Ilmarinen resolveu pedir ajuda a seu amigo, o gênio do Vento, para ativar o fogo. Sob o efeito da tempestade, o Sampo finalmente apareceu, em meio a uma nuvem de fagulhas: era um estranho objeto, dotado de três pés e três aberturas. Em seu centro, girava uma poderosa mó de ouro, recoberta de um precioso metal esmaltado. Pela primeira abertura saía à vontade uma fina farinha de cevada. pela segunda, escoavam grãos de sal. E da terceira caía uma cascata de moedas de ouro, que tilintavam alegremente! Imediatamente Louhi compreendeu o valor desse moinho maravilhoso. Levou -o logo para o fundo de uma gruta, onde o escondeu com cuidado atrás de uma pesada porta de cobre, fechada por nove chaves. Ilmarinen havia cumprido bem seu acordo. Queria, portanto, rever a noiva. Mas a maga fingiu que a filha não estava pronta para se casar! Que talvez no ano seguinte ela desse a permissão... Desapontado e envergonhado, Ilmarinen voltou para casa cabisbaixo. No Kalevala, contou suas aventuras e desgraças ao velho Vaína. E os dois resolveram voltar juntos ao Pohjola, para exigir o que lhes era devido. Assim, um ano mais tarde, Vaína e Ilmarinen se apresentaram diante de Louhi. Ela aceitou casar a jovem com o sódio Ilmarinen, mas ele ainda devia vencer três provas: lavrar um campo infestado de serpentes, capturar um urso feroz e caçar um lobo gigantesco de serpentes, capturar um urso feroz e caçar um logo gigantesco. Depois de muitas dificuldades, Ilmarinen acabou conseguindo, porque a moça, secretamente apaixonada por ele, veio em seu auxílio, pronunciando várias palavras mágicas e fórmulas de encantamento. Celebrou-se então o casamento. Foi uma grande festa, na qual centenas de convidados tomaram parte.

outubro 14, 2009

Edvard Munch


Um dos pioneiros do expressionismo.
Poucas pinturas receberam tanto reconhecimento quanto “O Grito”.
Sua técnica é arrojada e com um colorido muito especial.
Mas quem foi realmente Edvard Munch?




Munch nasceu em Loten em 12 de dezembro de 1863.
Foi influenciado por Courbet e Manet, Henrik Ibsen e Bjornson.
Em seguida, por Van Gogh e Gauguin.


Munch era um idealista e usava a arte como instrumento a lutar
contra a sociedade. Os temas sociais estão assim
presentes em o “Dia Seguinte” e “Puberdade”.


As obras deste mestre da pintura, é um espelho de sua própria vida
e de seus sentimentos. Teve um pai controlador, perdeu a mãe aos 5 anos, a irmã mais velha faleceu aos 15 anos, a irmã mais nova sofria de doença mental e uma outra irmã morreu meses depois de casar. A morte e a doença sempre fez parte da sua vida e influenciou sua obra. Sua vida serviu-lhe como inspiração. Para se dedicar à pintura, Munch teve que romper com o pai. Decisão difícil que o acompanhou por toda vida.


Aos trinta anos, pintou sua obra mais conhecida: O GRITO.
Considerada uma das obras mais importantes
do expressionismo e ícone cultural.
Boa parte do acervo do artista se encontra no Museu Munch, em Oslo.

Edvard Munch doou à cidade cerca de 1100 pinturas,15500 impressões, 4700 esboços e seis esculturas, entre outros itens.


Um fato curioso aconteceu numa exposição, onde a tela o Grito
seria exposta pela primeira vez.Mulheres grávidas foram
aconselhadas a evitar a exposição. A crítica não foi das melhores.
No entanto, a reação do público foi o posto do que se esperava.
O quadro, assim como a exposição, tornou-se uma sensação.



suprememaison 17 jul. 2008


ikefish
21 nov. 2007






















































Editora: Yale Univ Pr
Autor: Prideaux, Sue
Origin: Importado









Extremamente subjetivo, o conceito de arte varia de acordo com o período histórico e a cultura a ser analisada ou até mesmo indivíduo em questão. Todo ilustrado, este maravilhoso livro - Edvard Munch - traz a época, o contexto histórico, toda sua trajetória, e suas principais obras por Ulrich Bischoff.

Autor: ULRICH BISCHOFF
Editora:
Paisagem
Origem: Nacional




The Great Artists é uma admirável série sobre a vida, a época e a obra dos grandes mestres da pintura. Os eventos que marcaram a vida de cada artista são apresentados ao lado de explicações detalhadas sobre suas técnicas e seu estilo, além de uma minuciosa análise das obras feita por renomados especialistas. Unindo informação e entretenimento, The Great Artists também trata do contexto histórico em que viveram os grandes pintores e de suas fontes de inspiração, trazendo uma maior compreensão do processo criativo. No quarto volume da série, os pós-impressionistas.
Cézanne,
Rousseau,Gauguin,Van Gogh, Toulouse-Lautrec... Munch

Procedência: Nacional
Estúdio: ST2 Video
Tempo: 291
Cor: Colorido
Ano de Lançamento: 2006
Legendas: Português, Inglês, Espanhol

Os livros e vídeo podem ser encontrados no site submarino.com.br.


http://pintandonopedaco.blogspot.com/2009/08/edvard-munch-o-mestre-noruegues.html

outubro 06, 2009

O Roubo do Martelo de Thor

guikko
29 de maio de 2007

outubro 02, 2009

As Valquírias

FeminaNS
28 mai. 2006